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Administradores de TI explicam porque o Windows 7 é mais bem-sucedido que seu antecessor e dão dicas de como fazer a ferramenta trabalhar a seu favor
Rita Palladino/ Press & Mídia
Enquanto ainda compramos máquinas com versões de Windows Vista, e o mundo já se prepara para mais novidades, o Windows 7, que se espalhou feito rastilho de pólvora supera o Vista e tem razões de sobra para que isso aconteça.
Marcelo Francisco, administrador de TI conta cinco segredos que, não apenas explicam esse sucesso, como funcionam para ajudar aos que usam essa versão a trabalhar melhor.
“O gerenciamento está mais facilitado. Com suporte integrado para PowerShell 2.0, o Windows 7 fornece uma infraestrutura superior para nós, administradores de TI, permitindo a automação de tarefas comuns e uma gestão mais eficiente de desktops”, começa ele, dizendo que também na “Resolução de problemas” está tudo mais fácil. “Para administradores de TI, ajudar usuários a identificar e resolver problemas toma um tempo enorme, atrapalhando o desenvolvimento de tarefas que poderiam melhorar a rede para todo o conjunto de usuários. A resolução remota de problemas, então, desafia a paciência tanto do usuário quanto do técnico em TI”.
Marcelo diz que agora, com o Troubleshooting Packs (pacotes de soluções), que faz parte do programa, os usuários podem investigar eles mesmos e buscar soluções. “Os administradores de TI também podem criar Troubleshooting Packs personalizados para problemas recorrentes ou aplicativos internos”, complementa. E no caso de resolução remota, o Windows 7 tem o recurso Problem Steps Recorder, que permite a gravação de telas que ilustram, clique por clique, os passos que parecem ser a causa do problema. “A capacidade de dar replay no cenário do problema facilita bastante o trabalho dos técnicos remotos, que podem se concentrar em identificar e resolver o problema”.
Em termos de segurança, a versão 7 supera até o sistema Windows mais usado (o XP), segundo Marcelo: “Ele tem controles de segurança – como ASLR (address space layout randomization), DEP (data execution prevention), UAC (user account control) e PMIE (Protected Mode IE) – que não existem no Windows XP, e também tem o AppLocker, que deixa os administradores de TI definirem políticas restringindo que aplicações ou scripts podem rodar no PC”, diz.
Marcelo diz que a (má) reputação do Vista foi mais uma falha de marketing do que resultado de qualquer problema real com o sistema. “O Windows 7 não é o ‘Windows Vista R2’, como alguns sugeriram, mas ele tem muitos dos mesmos elementos-chave que existem no Vista, cujo lançamento foi prejudicado por uma ausência de drivers e suporte de fornecedores, coisa que a Microsoft deveria ter combatido de forma proativa antes de lançar o sistema no mercado”.
É onde entra o quinto segredo: ‘Suporte Longa Vida’. “Apesar de o Windows 7 ter superado o Vista, o XP ainda tem mais do que o dobro da fatia de mercado dos dois juntos. O Windows XP foi um sucesso fenomenal. A familiaridade e o nível de conforto do Windows XP, combinados com orçamentos mais apertados, contribuíram para a extensão do sucesso deste velho sistema. Entretanto agora, que o Windows 7 está no mercado, muitas empresas buscam finalmente atualizar seu parque de hardware e atualizar o sistema operacional, para estar em dia e tirar vantagem dos benefícios do programa, além de aproveitar as tecnologias de software e hardware que simplesmente podem não funcionar com o Windows XP”, conclui.
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